21 Abr
Porque amamos vender pela internet. (E você também deveria).

Porque amamos vender pela internet. (E você também deveria).

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O comércio eletrônico cresceu 24% em 2014, você vai ficar de fora?

O mercado de e-commerce, ou como preferimos chamar, o mercado de comércio eletrônico brasileiro em 2014 cresceu 24%, enquanto o crescimento do PIB no Brasil foi de apenas 0.1%, só este já é um grande motivo para você empreendedor investir no comércio eletrônico, mas vamos nos aprofundar um pouco mais neste tema, quais são as reais vantagens de vender pela internet em relação a um negócio formal.
Para começar, o custo, é muito mais barato montar e manter um empreendimento online do que um empreendimento formal, enquanto no formal você precisa de um ponto comercial bem localizado, na internet você já está bem localizado, está online.
Outro diferencial é o horário de funcionamento, enquanto em uma loja física seu cliente só tem acesso aos seus produtos das 8hs às 18hs em lojas de shopping das 10hs às 22hs, na internet sua loja fica aberta 24hs sete dias por semana.
Autoatendimento, uma parcela cada vez maior dos consumidores tem reclamado de baixa qualidade do atendimento dos vendedores e atendentes e da falta de qualificação, preferindo desta forma buscar os produtos que desejam por si mesmos.
A previsão de faturamento para 2015, de acordo com a Webshoppers e-bit, que estuda o comportamento e o crescimento do mercado de comércio eletrônico no brasil é de R$ 43 bilhões a R$ 45 bilhões.
E, a vantagem mais competitiva é acessar mercados que uma loja física não alcança, por exemplo, uma loja física em Belo Horizonte (MG) não pode vender para consumidores em Campo Grande (MS), com isso uma loja virtual tem sua possibilidade de faturamento substancialmente aumentada.
Mas é fácil ter uma loja virtual?
Muitos empreendedores acreditam que vender pela internet é um “bicho de sete cabeças”, uma outra parcela significativa acredita que para vender pela internet basta abrir uma loja virtual e as coisas começarão a acontecer, resolvemos escrever esta postagem exatamente para desmistificar um pouco essas ideias tão antagônicas, e de cara, equivocadas.
Primeiramente vender pela internet não é um bicho de sete cabeças, na verdade é até simples, porém demanda esforço, muito trabalho e técnica então vamos lá.

Vamos imaginar que você deseja empreender vendendo um determinado produto ou serviço, e este desejo de vender não é ONLINE, bem, você vai estabelecer então um canal de vendas para este produto ou serviço, alugar uma sala ou uma loja no shopping ou no centro da cidade, ter um balcão para atendimento de seus clientes, equipar sua empresa com mesas e cadeiras, computadores, telefones, fazer o primeiro estoque planejado através do seu plano de negócios, etc... Nessa “brincadeira” você está investindo tempo e dinheiro e com certeza espera e merece algum retorno sobre seu investimento (ROI) e logo não é mesmo, mas espere um pouco, não falamos sobre quem vai atender nossos clientes, quem vai prestar realmente o serviço, quem vai vender para aquele cliente que entra na loja para contratar um serviço ou comprar um produto, precisamos de funcionários, a empresa precisa ser formalizada para isso tudo acontecer e funcionar adequadamente gerando lucro, não é mesmo ? – Um negócio online não é diferente, precisa de tudo isso também, mas em algumas situações a escala de investimento é um pouco menor, pelo menos inicialmente, mas continuando, imagine que você já tem tudo isso que citamos acima pronto, sua loja já está aberta, equipada, sua equipe treinada, os produtos estão em estoque e hoje é segunda-feira oito horas da manhã, maravilha, vamos começar a fazer negócios uhuuu... É então que você percebe que ainda falta alguma coisa, a loja está toda pronta, os funcionários treinados, uniformizados, mas os clientes não estão aparecendo e comprando no volume que seria ideal para a sustentabilidade do seu negócio, afinal você tem custos fixos, o aluguel, água, luz, telefone, folha de pagamento, impostos, seu PRÓ LABORE, e agora José ????

Ótimo, você é um empreendedor de mão cheia e lembra de uma máxima que ouvimos há décadas, “a propaganda é a alma do negócio”, então mãos à obra, você imprime um panfleto e começa a distribuir na quadra de sua loja para os pedestres que estão no centro e repentinamente as vendas começam a crescer, mas ainda não é suficiente, você contrata então um carro de som, faz um jingle e cria uma promoção com um desconto de 20% em um de seus produtos, mas somente um, e as vendas crescem ainda mais, ótimo, o faturamento está aumentando o que lhe dá mais folego, seus vendedores estão motivados, afinal, nada motiva mais um profissional do que ganhar bem, e agora você pode alçar voos maiores e fazer uma campanha de outdoor, ou rádio, ou as duas ao mesmo tempo, quem sabe investir em um canal de TV local, porque não ?

Mas acredito que você tenha observado que houve uma curva de tempo e dinheiro desprendido nesta empreitada, não foi difícil, mas demandou que você pensasse, planejasse, investisse dinheiro e tempo, acreditasse e acima de tudo, que você estivesse envolvido diretamente em cada processo, da escolha do local para alugar a confecção do panfleto de propaganda, logo, como meu pai sempre me dizia – “Não tem mágica!” – Se quiser algo bem feito você precisa fazer, ou estar de olho em quem está fazendo para você, empreender na internet não é diferente, necessita de planejamento e muito esforço, além de algum capital é claro, existem hoje no mercado centenas de plataformas para vendas online para você ter sua “lojinha”, anunciar seus produtos, receber pelo cartão de crédito e começar a empreender, mas quantas empresas que lhe oferecem uma plataforma realmente querem que você cresça e se destaque? Na verdade a grande maioria quer que você pague a mensalidade de hospedagem e pronto, o resto é com você, e com certeza, se você não tem experiência, se você é um novato no mercado e não sabe o que é SEO vai ser bem complicado, pelo menos no início, por isso é muito importante que você tenha suporte técnico nessa nova empreitada, por que vender pela internet não é apenas abrir uma loja virtual, cadastrar dez produtos e pronto, você vai ficar milionário, se essa é sua ideia é bom você se preparar para uma pequena decepção, pequena mesmo, por que geralmente o empreendedor que pensa assim não é um empreendedor é apenas um sonhador.
Mas como com certeza, se você leu até aqui, você não é um sonhador, vamos então aos primeiros passos para montar uma loja virtual de sucesso:
• Encontre um nicho de mercado:
o Se você gosta e entende de pesca, monte uma loja com materiais de pesca, escreva ou use artigos de pesca escritos por outras pessoas, cite sempre a fonte, no seu blog, com isso você vai atrair outras pessoas como você que gostam de pesca e que poderão se interessar por seus produtos e comprar de você.
• Faça um curso de análise e planejamento financeiro, formação de preço de venda, marketing pela internet, e outros, capacite-se;
• Faça um plano de negócios:
o É de extrema importância para seu sucesso que sua empresa tenha um plano de negócios detalhado;
o SEJA PRAGMÁTICO!!! E reavalie sempre para fazer o ajuste fino de sua trajetória para o sucesso.
• Tenha um capital de giro e uma reserva de capital para suportar o tempo que você previu que seu negócio vai precisar para chegar ao ponto de equilíbrio, (receita – despesas = lucro).
• Formalize sua empresa.
• Crie um sistema de relacionamento com sua base de clientes, não é necessariamente um sistema informatizado, na verdade é uma forma de interagir com sua base de clientes, leads e prospects, para que eles sempre saibam o que seu negócio está fazendo, trazendo de bom e que possa interessa-los;
• Seja profissional e obstinado, apaixone-se todos os dias pelo seu empreendimento.
Se você seguir estes poucos conselhos com certeza estará fadado ao sucesso!!!

Boas vendas, de preferência online.

02 Abr
5 perfis do e-shopper brasileiro

5 perfis do e-shopper brasileiro

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Há o Experiente Tech, o Oportunista, o Fiel, o Negociador e o Experimentador. Estudo da Officina Sophia identifica as diversas características dos consumidores no ambiente digital

Por Roberta Moraes, do Mundo do Marketing | 01/04/2015
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Apesar do cenário instável na economia brasileira, os brasileiros devem movimentar, apenas neste ano, R$ 81,3 bilhões em compras online. A previsão é da PayPal, que encomendou a pesquisa “O perfil do e-commerce do Brasil” à empresa Big Data. A estimativa supera a previsão da e-bit, cujo relatório WebShoppers 2015 prevê faturamento de R$ 43,2 bilhões, pois considera as aquisições realizadas em lojas estrangeiras. No ano passado, o e-commerce brasileiro faturou quase R$ 36 bilhões. Cada consumidor, no entanto, conta com motivações diferentes para gastar na internet, perfis que foram mapeados pela Officina Sophia Retail.

O setor que cresce dois dígitos anualmente – bem diferente da economia nacional, que teve incremento de 0,1% em 2014, segundo IBGE – é formado por 450 mil lojas virtuais no Brasil. Do total pesquisado, apenas 15% dos sites de comércio eletrônico contam com endereços de lojas físicas. Os 85% restantes são negócios que só existem na web. No e-commerce, 88% recebem até 10 mil visitas mensais; 11% entre 10 mil e 500 mil visitas no mesmo período; e menos de 1% supera a marca de meio milhão de visitas por mês. Com tanta concorrência, é preciso conhecer bem o perfil do consumidor para potencializar as vendas.

As características e ações que impulsionam os compradores virtuais foram fundamentais para classificar os perfis diferentes que são apresentados no estudo “E-shopper – Estratégias para Fidelização”, realizado pela Officina Sophia Retail. “A segmentação se baseou no hábito de compra online e, a partir disso, identificamos estes cinco segmentos, que têm tamanho e potencial de gasto diferentes”, explicou Valéria Rodrigues, Presidente da Officina Sophia Retail, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Experiente Tech

Simplificar processos, oferecer informações detalhadas dos produtos, criar lista de desejos e saber definir a cor e a melhor localização do botão de compra são ferramentas ordinárias para quem quer registrar boa performance nos negócios online. É por isso que saber identificar as características dos consumidores por meio da jornada de compra deles é um bom caminho para quem quer explorar as potencialidades de cada tipo de cliente e se diferenciar a concorrência. Para chegar à relação, a Officina Sophia Retail levou mais em consideração as atitudes comportamentais do e-shopper do que as característica sociodemográfica (faixa etária e região).

A maior parte dos e-shoppers brasileiros está no perfil Experiente Tech, com 29%. Eles são os menos fiéis às lojas e estão mais preocupados com o cumprimento do prazo e entrega do que com preço. Eles visitam o e-commerce em busca de novidades e já estão mais acostumados a usar o smartphone nas transações. Experiência como a “Entrega Ninja”, do Kabum, tendem a agradar este consumidor.

O site especializado em artigos de informática e eletrônicos desenvolveu um procedimento por meio do qual, em até uma hora após a confirmação de pagamento, o produto já está embalado e disponível para entrega, que acontece em no máximo cinco dias úteis em todo o país. “O tech é mais experiente e vai mais decidido para a compra e quando ele abandona o carrinho é porque o processo era muito longo”, comenta a Presidente da Officina Sophia Retail.

Oportunista, Experimentador e Fiel

Caracterizado por 26% dos consumidores, o Oportunista já está habituado ao varejo online, utilizando a plataforma pelo menos uma vez ao mês para compras. A confiabilidade da loja online em relação à entrega é novamente muito valorizada por este grupo, que utiliza os sites de comparação de preço e respondem positivamente aos e-mails de lembrança de abandono de carrinho. “O oportunista aprendeu que, na internet, ele consegue boas ofertas. Este é o grupo que mais faz uso de site de comparação de preço” diz Valéria Rodrigues.

Equilibrando os dois extremos aparece o Experimentador, consumidor que tem alta frequência de compra e valoriza lojas com grande sortimento. Pelo menos metade deste grupo – que representa 18% dos consumidores – faz uma compra online por mês. Este tipo de e-shopper é mais impulsivo e o abandono de carrinho ocorre quando percebe que está gastando acima do planejado. Este perfil de comprador costuma responder positivamente às campanhas de e-mail Marketing que oferecem desconto e frete grátis.

Já o Fiel é o consumidor que visita poucas lojas e prefere as que oferecem variedade de produtos. Como suas compras, em geral, são planejadas, este grupo apresenta menor índice de abandono de carrinho. O segmento é o que tem menor gasto médio anual: R$ 1.377,00. Os marketplaces têm grande chance de aumentar seu share entre os fiéis oferecendo variedade de produtos em um mesmo ambiente.

Negociador

O Negociador gosta de anunciar e comprar nos classificados online. Eles têm perfil de comerciante e, por isso, valorizam o preço e a variedade de produto. Apesar de ser um segmento pequeno para compras online, 13%, este grupo tem gasto médio alto no e-commerce, que é de R$ 1.783,00. A forte presença no varejo físico mostra que ainda há muito a ser trabalhado para estimulá-lo a comprar no e-commerce. “Eles ainda não está totalmente inserido no ambiente online e o utiliza como canal para pesquisa de preço. Esses consumidores atuam como os showrooming, que fazem pesquisas nos sites e dentro das lojas físicas para negociar”, exemplifica Valéria Rodrigues.

Com uma ampla concorrência no ambiente digital, um dos grandes desafios dos empreendedores é criar mecanismos que fidelizem seus clientes e diminuam o abandono dos carrinhos. Para desenvolver essas ações, é preciso levar em consideração as características de cada perfil. De maneira geral, o estudo mostra que as mulheres tendem a deixar suas escolhas para trás, assim como os consumidores da Classe A, que estão mais seletivos na hora da compra. “Como a Classe A entrou antes no e-commerce, ela tem mais experiência e acaba buscando características mais sofisticadas na hora da compra, como análise de preço, de frete e prazo de entrega”, enumera Valéria Rodrigues, da Officina Sophia Retail.

Analisando as características atitudinais, é preciso ficar atento às exigências do Experiente Tech, que não têm paciência para processos de compra longos. Logo, as lojas que querem fidelizá-los devem se certificar de que a experiência seja feita na menor quantidade de cliques possível. A preocupação em garantir a entrega dos produtos é fundamental para este segmento. As novidades devem ganhar destaque na página inicial, e a versão mobile deve ser de fácil interação.

Estratégias para fidelização

Como estratégia de fidelização do Oportunista, as empresas devem estar sempre presente nos sites de comparação de preço e em destaque. Investir em ações de resgate de carrinho de compras, apostando, inclusive, na oferta de preços mais baixos, é outro caminho acertado. Para este grupo de consumidores, o senso de oportunidade não está relacionado ao valor do frete e sim ao preço do produto e às condições de pagamento. “Esses consumidores gostam de receber os e-mails de abandono de carrinho e, em geral, acabam aceitando o resgate. Como ele faz muita comparação de preço, acaba mais atento aos valores de frete” explica Valéria Rodrigues.

Para fidelizar o Experimentador é importante que as lojas tenham grande variedade de produtos e ofereçam facilidade no pagamento. Ele não se sente confortável ao perceber os gastos em excesso, por isso, minimizar esta sensação e oferecer descontos para resgatar os carrinhos abandonados podem ser uma boa opção para quem espera finalizar esta compra. O Negociador não gosta de se sentir pressionado, por isso consideram invasivas as ações que lembram suas buscas de compra, como o e-mail Marketing. Para fidelizá-lo, as lojas devem permitir facilidade na comparação de preços e oferecer grande quantidade de produtos.

 

25 Mar
PLATAFORMA - A importância de escolher uma plataforma robusta para sua loja virtual

PLATAFORMA - A importância de escolher uma plataforma robusta para sua loja virtual Destaque

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A escolha certa no momento de definir qual será a plataforma do seu e-commerce pode garantir a eficiência e o sucesso do seu negócio. Uma boa plataforma tem que possuir algumas funcionalidades importantes como integração com as ferramentas Google, (Adwords e Analytics) e redes sociais, além de permitir a otimização do site para os mecanismos de busca (SEO) de forma simples e eficaz.Além disso, atente para necessidades específicas do nicho que for trabalhar, como a necessidade de integrar estoques, oferecer diferentes formas de frete ou integrar sua loja à marketplaces e certifique-se de fazer a escolha certa. Como fazer isso? Pesquise. E muito!Um bom exemplo de plataforma eficiente é o Magento, ferramenta open source e a mais utilizada em todo o mundo, conta com a vantagem de ter um grande número de programadores sempre pesquisando e trazendo soluções e inovação para a plataforma. Além disso, possui recursos muito avançados de loja virtual e tecnologia apurada de SEO. Neste vale ficar atento para a escolha do fornecedor e opte por uma agência que já tenha conhecimento na área. Se possível, veja trabalhos anteriores, busque referências.Pensar em SEO no momento de escolher a plataforma é vantajoso porque, além de melhorar o desempenho da sua loja virtual no mercado, também evita custos adicionais. Uma ferramenta que já possua boa integração com buscadores como o Google e redes sociais, diminui significativamente os custos com publicidade, já que é possível explorar os recursos de SEO que o sistema possui. Investir em um SEO eficiente é essencial para o sucesso da sua loja virtual. Afinal, um bom trabalho nessa área garante maior alcance para a sua loja no mercado.É também importante levar em consideração se a plataforma escolhida oferece possibilidade de integração com Marketplaces. Essas ferramentas permitem que o lojista escolha quais dos seus produtos serão anunciados no Marketplace integrado e atualize os dados desses produtos diretamente do seu e-commerce. Ferramentas que operam via API, por exemplo, são ótimas opções e suportam melhor esse tipo de operação.Outro ponto a se levar em conta é a escalabilidade de vendas e servidor. É muito importante escolher plataformas que não te engessem e que te permitam crescer à vontade. A opção por uma plataforma que acompanhe o fluxo de vendas do seu e-commerce sem criar problemas de acesso ou estabilidade é imprescindível.Outro ponto que deve ser considerado é as funcionalidades e facilidades (ou impedimentos) que o painel administrativo da plataforma escolhida te oferece. É possível entender claramente seu fluxo de venda e administrar entregas, estoque, logística e produtos com facilidade? Peça para ver o painel administrativo das ferramentas durante o período de pesquisa e tente se imaginar administrando seu negócio através desse painel dia após dia. Pois essa será a sua realidade enquanto empreendedor. O painel administrativo deve existir para facilitar e não dificultar a sua vida. Algumas alternativas mais modernas vão bem além do básico, veja neste artigo.Não se esqueça, para que uma loja virtual tenha sucesso e se firme no mercado, a escolha de uma boa plataforma é essencial. Da nada adianta economizar na plataforma e depois ter problemas com a funcionalidade do seu e-commerce. Uma loja ágil e que funcione bem fideliza o cliente e gera lucro!

20 Mar
5 dicas para arrasar nas vendas em 2015

5 dicas para arrasar nas vendas em 2015 Destaque

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O mercado digital cresce cada vez mais, em números de usuário e consequentemente em vendas e você já pensou em ter uma loja virtual este ano?

Investir em um comércio eletrônico é uma decisão difícil e deve ser acompanhada de perto por todas as partes para o projeto ser um sucesso.

Depois de pronto, o seu e-commerce possui centenas de produtos cadastrados, você foi bem exigente em relação às fotos, gastou no melhor layout possível, banners mais bonitos e mesmo assim o seu e-commerce não atrai clientes.

Na internet, para atrair clientes para a sua loja, é necessário, antes de tudo, ter uma estratégia de Marketing Digital, sua empresa não tem agora um ponto físico, e sim um ponto virtual que precisa ser encontrado pelos internautas. O CEO da Agência ISSO É.com, Alex Villaverde separou algumas dicas valiosas para iniciar uma loja virtual com sucesso e conseguir as primeiras vendas.

1º) Google Adwords:
Boa parte da navegação na internet tem início em um buscador, ou mais precisamente no Google. A maioria das pessoas que buscam mais informações sobre um determinado produto ou serviço usa o Google para descobrir o que deseja. Desta forma, se você quer atrair clientes para a sua Loja Virtual, os seus produtos/serviços terão que aparecer no Google! Isso é Fato!

2º) Comparadores de Preço:
A sua Loja Virtual possui o preço mais baixo e/ou o menor prazo de entrega? Faça o seu cliente descobrir isso! Sites comparadores de preços são portais que possuem centenas de lojas cadastradas, com milhares de produtos cadastrados. Exemplos: Buscapé, Zura, BondFaro, Shopping UOL, cotacota, jacotei, etc Os comparadores de preço funcionam de forma muito parecida com a do Google Adwords, pois também cobram por clique. A grande vantagem de utilizar os comparadores de preço é que, teoricamente, os visitantes destes tipos de sites são pessoas mais próximas de realizar a compra, pois já conhecem bem o produto que querem, restando a dúvida do “preço mais baixo” e “o melhor prazo de entrega”.

3º) Facebook:
Grande parte dos internautas acessa o Facebook todos os dias, muitos mais do que uma única vez ao dia e gastam um bom tempo navegando na rede social, ter uma fan page profissional com postagens com engajamento vai fazer a sua marca e seus produtos aparecerem de uma forma profissional, gerando vendas. Os anúncios patrocinados do Facebook ajudam a buscar novos potenciais compradores e admiradores da sua fan page, o relacionamento com as pessoas que curtem as postagens é essencial para o sucesso.

4º) E-mail Marketing:
É muito mais barato manter um cliente do que conquistar um novo. Manter o relacionamento com o cliente e informar das novidades e conteúdo interessantes é um ponto forte para você vender a este cliente novamente.Você já gastou dinheiro no facebook, no google e porque não aproveitar estes cadastros e criar um mailing de qualidade? Além de ser uma ferramenta eficaz e barata de marketing direto, também é uma ótima ferramenta para o processo de fidelização de clientes, mas não pratique SPAM.

5º) Blog:
Ter um Blog ativo em sua Loja Virtual com certeza é uma estratégia correta, mas precisa de disciplina para termos os resultados concretos. Nada adianta criar um blog e não atualizar. Nada adianta criar um blog por criar e o mesmo não ter um design profissional que passe segurança e originalidade. Publicando artigos relevantes ao seu mercado de atuação com certeza você atrairá um público altamente segmentado e as chances deste público comprar um produto seu aumentam consideravelmente, além disso você estará aparecendo nas buscas orgânicas do google, onde um texto bem definido e segmentado, pode ser indexado pelo google nas primeiras páginas, sem que você gaste nada e apareça 24 horas.

Com uma estratégia definida e ações interligadas você vai atrair muito mais clientes, mas todas as ações precisam ser bem feitas, com planejamento e principalmente disciplina !!!

Fonte: MegaMoveleiros

19 Mar
E-commerce cresce no Brasil

E-commerce cresce no Brasil Destaque

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Comércio online está em alta no país. Empresário lança iniciativa para aliar o e-commerce ao comércio tradicional de Petrópolis.
 
Com o advento da internet, muitas funções se tornaram mais fáceis. Hoje em dia, por exemplo, é muito comum que as pessoas realizem tarefas simples, como pagar contas e realizar transferências bancárias no conforto e segurança do seu lar. Com as facilidades do mundo digital, existe um setor na economia que está em alta: o e-commerce.
 
A prática já é bem difundida no Brasil, e consiste, basicamente, na compra de produtos pela internet. Segundo pesquisa realizada em 2014 pelo Paypal, serviço utilizado para compras online, os brasileiros já gastam o mesmo tempo comprando online e em lojas físicas.
 
Segundo o relatório realizado pela E-bit sobre o comércio eletrônico no país, apenas em 2014, o e-commerce brasileiro alcançou um crescimento de 24% em relação ao ano anterior, representando uma receita de R$35,8 bilhões. No total, foram mais de 100 milhões de pedidos feitos.
 
O Brasil fechou o ano de 2014 como o único país da América Latina entre os 10 melhores mercados de e-commerce do mundo, ocupando o 10º lugar. Nesse cenário, o setor de moda é o mais bem sucedido nas compras online, ocupando 13,7% de todo o e-commerce do país.
 
Em meio ao sucesso que o e-commerce está fazendo no Brasil, o empresário Rafael Medeiros teve uma visão à frente do seu tempo. Com a empresa Trendy Club, ele teve a capacidade de repensar o tradicional comércio de Petrópolis, no Rio de Janeiro, que conta com mais de 800 empresas têxteis na Rua Teresa, ponto muito conhecido da cidade.
 
Makinson Agostini, coordenador de tecnologia do projeto, combinou a praticidade do e-commerce com a tradição de roupas de qualidade dos comércios da Rua Teresa, para criar um site em que, com um cadastro único, é possível realizar compras de diferentes lojas. Segundo ele, a iniciativa funciona porque, dessa maneira, o consumidor pode pedir roupas de lojas diferentes e finalizar uma única compra por meio de apenas um cadastro. Agostini garante que a iniciativa traz benefícios tanto para o consumidor, quando para os comerciantes.
 
Dessa forma, a tecnologia aliou-se à tradição das lojas da Rua Teresa para entregar, ao cliente, produtos de qualidade com praticidade e segurança.
12 Fev
Comércio eletrônico para pequenas empresas

Comércio eletrônico para pequenas empresas

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O Brasil vive um momento surpreendente: quatro em cada dez adultos sonham em ter seu próprio negócio. Este dado foi constatado pelo Estudo do Global Entrepreneurship Monitor (GEM) 2012, que aponta a existência de 36 milhões de empreendedores no país.

Mesmo considerando que apenas pouco mais de 8 milhões formalizaram seus negócios, as pequenas empresas são a grande base de sustentação da nação. Constituem 99% dos empreendimentos e respondem por 52% dos empregos e 25% do PIB. Entretanto, são pouco inovadoras em toda a América Latina, inclusive no Brasil.

Estudo realizado há mais de dez anos pela Booz & Company mostra três estratégias básicas de inovação que podem ser adotadas pelas empresas.

Uma delas é a Need Seekers, caracterizada pela busca permanente da antecipação das necessidades dos clientes. Apple, 3M e Facebook são bons exemplos de adoção dessa estratégia.

Market Readers, por sua vez, são as empresas que buscam aperfeiçoar e trazer melhorias aos produtos e serviços existentes, aproveitando as tendências de mercado. No Brasil, a companhia aérea Azul representa bem essa categoria, e é considerada uma das empresas mais inovadoras do mundo. A empresa introduziu um novo modelo de serviços de bordo, que inclui até mesmo dezenas de canais de tevê ao vivo durante os voos.

Por fim, Technology Drivers, é o perfil típico das empresas que usam de forma intensa a tecnologia para melhorar e transformar seus produtos ou serviços, casos de Google e Amazon.

comércio eletrônico pode (e deve) ser utilizado como base de inovação para aspequenas empresas, não somente pelas gigantescas oportunidades que existem em torno desse mercado, inclusive pelas três principais estratégias de inovação.

Um balanço do primeiro semestre de 2013, elaborado pelo e-Bit, aponta o faturamento de quase R$ 13 bilhões, representando um crescimento nominal de 24% em relação ao mesmo período de 2012. A expectativa é fechar o ano com R$ 28 bilhões de faturamento.

Entretanto, o principal ponto a se compreender sobre o e-commerce é que o modelo de negócios, as estratégias e a gestão são pontos mais relevantes que a própria tecnologia utilizada para realizar as vendas no mundo digital. Vejamos:

Modelo de vendas por assinatura. Muitos ainda pensam que essa estratégia só é utilizada para venda de conteúdos ou serviços, como o Netflix, que fornece tevê pela Internet a 33 milhões de usuários. Entretanto, o varejo on-line já comercializa uma série de produtos nessa modalidade: alimentos orgânicos, produtos regionais, vinhos e até mesmo cuecas e meias.

Mas quem nunca ficou em dúvida sobre qual produto comprar, dentre as dezenas ofertadas on-line? Muitas vezes são tantas as opções que desistimos da compra. Já pensou se uma modelo famosa te ajudasse na compra do sapato ideal para determinada ocasião? Para adotar essa estratégia, tecnicamente conceituada como Curadoria, em sua loja virtual não é preciso contratar necessariamente uma celebridade. O importante é que o curador tenha autoridade e identificação com o público.

Já Crowdsourcing é o modelo segundo o qual os produtos são elaborados com ajuda da inteligência coletiva do público. Um bom exemplo dessa prática é uma empresa especializada em venda de camisetas, que através de concursos com prêmios em dinheiro, utiliza seus próprios clientes para a criação de suas estampas.

Como estratégia de inovação, algumas lojas on-line estão atuando em mercados de nicho, como a venda de roupas e sapatos em tamanhos maiores que o usual, produtos regionais ou voltados para determinados grupos culturais ou sociais.

A oferta de produtos exclusivos também vem dando resultados. Assim, os clientes saberão que somente a sua loja é fornecedora daqueles produtos.

A venda de itens personalizados pelos próprios clientes é outra forma de aplicação inovadora do comércio eletrônico. Detalhes nas roupas, acessórios e estampas enviados pelo próprio consumidor tornam sua peça única.

Enfim, inovar é inventar algo que possa ser utilizado pelos seus clientes de forma que eles percebam o quanto sua empresa é diferente das demais. O comércio eletrônico, graças à sua flexibilidade e interação com o consumidor, pode ser o principal agente de desenvolvimento da inovação para as pequenas empresas. Mas, o mais importante é que o empreendedor tenha em si a cultura da excelência e da diferenciação. Do contrário, ele será apenas mais uma “lojinha na Internet”.

13 Mar
A relação dos meios de pagamentos e as lojas virtuais

A relação dos meios de pagamentos e as lojas virtuais

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Um estudo realizado pela CyberSource Corp identificou que lojas virtuais que fornecem quatro ou mais métodos de pagamento têm uma taxa de conversão de vendas 12% maior que aquelas que oferecem apenas uma opção de pagamento. Se você está começando seu negócio em ambiente virtual, o mais recomendado são os intermediadores de pagamento como Bcash, Paypal, Mercado Pago, Moip e Pagseguro.

Além da praticidade de implementação, os intermediadores facilitam o processo de recebimento por parte dos lojistas, pois em um único acordo o e-commerce passa aceitar a maioria dos cartões de crédito, boleto e débito em conta.

Na maioria dos casos, os intermediadores de pagamentos ainda se responsabilizam pelo combate à fraude e análise de crédito dos compradores. O ponto negativo é que as taxas são bastante altas, podendo chegar até 10% do valor da venda.

Pagamentos direto com as administradoras

Outra alternativa é o lojista fazer seus acordos direto com as operadoras de cartões de crédito – Cielo e Redecard, e utilizar gateways de pagamento como Braspag, Adyen e maxiPago!. O gateway de pagamento facilita a transferência de informações entre a Loja Virtual e a operadora de cartão de crédito.

Nessa modalidade, o lojista paga uma mensalidade pela utilização do gateway e negocia as taxas com as operadoras de cartão. Além disso, ele precisa integrar soluções de antifraude e análise de crédito. Muitas plataformas de pagamento já possuem esses serviços agregados as suas soluções.

As opções acima não são excludentes, ao contrário, são complementares. O sucesso do seu negócio online depende de vendas. Então, por que deliberadamente diminuir seu potencial de vendas, limitando as formas que clientes podem pagar por seus produtos?

Ferramentas antifraude trazem mais segurança

Para maximizar ainda mais as vendas, garantir uma boa experiência de compra e pagamento para o e-consumidor e ao mesmo tempo proteger o seu negócio, invista em uma boa ferramenta antifraude.

Ao contratar um gateway, não deixe de perguntar se o serviço acompanha sistema antifraude, isso vai garantir que a sua loja virtual concorra com todo o potencial do mercado.

Lembre-se, novamente o sucesso do seu negócio online depende das vendas! Ter a casa em ordem para esses recebimentos é fundamental. Invista!

 

18 Mar
PagSeguro anuncia solução para pagamentos mobile

PagSeguro anuncia solução para pagamentos mobile

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O PagSeguro anunciou hoje o lançamento de sua nova ferramenta de cobrança que possibilita fazer pagamentos por meio de cartão de crédito em aparelhos móveis equipados com o sistema Android ou iOS.

Segundo o PagSeguro, a iniciativa irá beneficiar principalmente profissionais liberais como taxistas, cabeleireiros, dentistas, dentre outros prestadores de serviços e profissionais autônomos que poderão elevar seu faturamento disponibilizando a opção de pagamento com cartões de crédito em qualquer lugar, usando dispositivos móveis como smartphones, celulares e tablets.

Facilidade para consumidores

Do ponto de vista dos consumidores, a solução apresentada pelo PagSeguro, que já oferece a solução para pagamento online de lojas virtuais, permite parcelar o pagamento de serviços que geralmente são pagos com dinheiro ou cheque, no cartão de crédito e, em até 12 vezes. Para o diretor do PagSeguro, Ricardo Dortas, “É uma novidade que vai levar aos profissionais autônomos, prestadores de serviços e pequenos varejistas a oportunidade de aceitar cartão de crédito sem complicação e sem custo de mensalidade nem taxa de adesão, inclusive com opção de parcelamento em até 12 vezes para o consumidor”.

Na ocasião, Ricardo explicou que as transações através de dispositivos móveis são realizadas por meio de um leitor de cartões conectado à saída para fone de ouvido dos aparelhos, mas, existe ainda a opção de venda digitada, em que o usuário baixa gratuitamente o aplicativo do PagSeguro que já está disponível na App Store e também no Google Play. A autenticação no aplicativo é feita por meio de um código único gerado para cada leitor.

Segurança do sistema de pagamento móvel do PagSeguro

Segundo Ricardo Dortas, a segurança do sistema é total, já que os dados trafegam criptografados durante todo o fluxo da transação online e nenhum tipo de dado do cliente é armazenado no dispositivo. Encerrada a transação, é possível enviar o comprovante do pagamento para o e-mail do cliente e, em caso de erro, o pedido de estorno pode ser feito no próprio aplicativo.

A nova opção de pagamento do PagSeguro já está disponível nas principais bandeiras de cartão utilizadas no Brasil, como Visa, Mastercard, Amex, Diners, Hipercard, Elo, PlenoCard, Brasil Card e Cabal.

Para maiores informações sobre a solução para pagamentos via mobile do PagSeguro clique aqui.

18 Mar
Mitos sobre lojas virtuais

Mitos sobre lojas virtuais

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Volta e meia, alguns mitos sobre lojas virtuais são acidentalmente, ou propositalmente ressuscitados e acabam levando muita gente a se iludir, achando que montar um e-commerce é uma coisa simples e que da noite para o dia ficarão ricos e poderosos.

Em parte, o surgimento desses mitos sobre lojas virtuais tem origem no fato de o que pode parecer fácil a uma primeira vista, pode na verdade esconder alguns detalhes, que para quem não está familiarizado com a tecnologia e as rotinas que envolvem a criação e gerenciamento de um e-commerce, passam desapercebidos.

Não estou dizendo que para montar um e-commerce de sucesso você precise ser um expert em programação ou PHD em gestão de negócios. O que estou querendo mostrar é que não estamos falando apenas de contratar um sistema de e-commerce e inserir os produtos na loja.

Quais são os principais mitos sobre lojas virtuais

Durante meus mais de dez anos de experiência na consultoria sobre comércio eletrônico e cinco como instrutor de novos empreendedores nesta área, colecionei uma série de mitos sobre e-commerce que trouxeram muita decepção para os menos avisados. Vejamos então os mais comuns.

Vou começar a montar a loja agora mesmo

Um dos principais mitos sobre lojas virtuais é que seja um negócio tão simples que você nem precisa planejar nada. É só instalar o sistema e pronto. Tudo correrá Às mil maravilhas e você irá faturar rios de dinheiro com o seu e-commerce.

Mesmo para montar uma pequena loja virtual, é preciso muito planejamento, pois são tantos os aspectos do negócio envolvidos que se você não se organizar, irá se perder.

A loja virtual “gratuita” ou “baratinha”

Posso montar uma loja virtual de graça ou sem gastar quase nada. Vamos lá gente! Você realmente acha que alguém vai dedicar meses criando um sistema de e-commerce e depois vai dá-lo de presente para você?

Bem, se você realmente acredita nisso, é melhor começar a acreditar também em Papai Noel e Coelhinho da Páscoa.

Você pode sim montar uma loja virtual com muito pouco investimento, como por exemplo, usando uma plataforma de e-commerce alugada. Isso pode ser feito a partir de R$ 120. Mas com o desenvolvimento da loja, terá que investir em uma plataforma mais robusta.

O que você vê por ai sendo anunciado como “loja virtual grátis”, na verdade é um sistema capenga que não lhe dá a base para desenvolver um e-commerce com recursos completos, ou seja uma coisa realmente profissional. Ponha uma coisa na sua cabeça: Não existe nada de graça na Internet, nem mesmo o seu sinal.

Meu sobrinho pode montar a minha loja virtual

Esse é um dos mais antigos mitos sobre lojas virtuais. O sobrinho é o ente nefasto do e-commerce. Todo mundo tem um “sobrinho que mexe com Internet” e alguns acham que ele está capacitado a desenvolver uma loja virtual como a Netshoes, por exemplo.

Não é assim que a coisa funciona. O e-commerce atual está extremamente profissionalizado e não há espaço para o amadorismo. Se o seu sobrinho possui profundos conhecimentos de programação e está comprometido com o seu projeto, ótimo. Se não, procure um bom fornecedor de plataformas de e-commerce e deixe isso com os profissionais.

Vou ganhar montanhas de dinheiro da noite para o dia

Vou montar uma loja virtual e ganhar rios de dinheiro da noite para o dia. Nada mais falso. Montar uma loja virtual é como qualquer outro negócio e por isso exige um prazo de maturação do projeto para começar a dar lucro.

Você terá que percorrer uma curva de aprendizado, tanto da plataforma com a que você irá trabalhar, quanto do público com o qual irá lidar. Além disso, a rotina do dia a dia é uma ótima professora. O prazo de retorno do investimento de uma loja virtual é muito próximo ao de uma loja no mundo físico.

Vou botar um rapazinho da loja para administrar o e-commerce

Sem desmerecer o rapazinho da loja, a não ser que ele tenha feito alguns cursos na área do e-commerce e marketing digital, a coisa não vai funcionar. O comércio eletrônico é uma atividade completamente diferente do varejo físico.

A capacitação de pessoal é um custo que você precisa levar em conta na hora de estruturar o seu projeto, caso contrário, todo o capital investido será desperdiçado por uma administração ineficiente. É como dar uma Ferrari na mão de quem só sabe andar de bicicleta.

Depois da loja criada é só felicidade

Mais um dos mitos sobre lojas virtuais. A instalação e configuração é apenas o primeiro passo de uma operação de e-commerce. Junto com essa etapa você precisará começar também a desenvolver suas estratégias de divulgação da loja virtual, fundamental para que o seu projeto tenha sucesso.

O marketing digital é uma atividade do e-commerce que não para. Ter uma loja virtual sem divulgação é como ter um outdoor no porão. É importante que logo no início do negócio você defina uma estratégia de marketing digital para o e-commerce e aloque também os recursos financeiros para dar sustentação a ela.

Espero não ter decepcionado muita gente derrubando estes mitos sobre lojas virtuais, mas não adianta nada entrar em um negócio com falsas ilusões. O mercado é bem promissor, mas você precisa ser realista.

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