Blog

Welcome to Premium Venus Template

19 Mar
E-commerce cresce no Brasil

E-commerce cresce no Brasil Destaque

Escrito por
Publicado em Blog
Comércio online está em alta no país. Empresário lança iniciativa para aliar o e-commerce ao comércio tradicional de Petrópolis.
 
Com o advento da internet, muitas funções se tornaram mais fáceis. Hoje em dia, por exemplo, é muito comum que as pessoas realizem tarefas simples, como pagar contas e realizar transferências bancárias no conforto e segurança do seu lar. Com as facilidades do mundo digital, existe um setor na economia que está em alta: o e-commerce.
 
A prática já é bem difundida no Brasil, e consiste, basicamente, na compra de produtos pela internet. Segundo pesquisa realizada em 2014 pelo Paypal, serviço utilizado para compras online, os brasileiros já gastam o mesmo tempo comprando online e em lojas físicas.
 
Segundo o relatório realizado pela E-bit sobre o comércio eletrônico no país, apenas em 2014, o e-commerce brasileiro alcançou um crescimento de 24% em relação ao ano anterior, representando uma receita de R$35,8 bilhões. No total, foram mais de 100 milhões de pedidos feitos.
 
O Brasil fechou o ano de 2014 como o único país da América Latina entre os 10 melhores mercados de e-commerce do mundo, ocupando o 10º lugar. Nesse cenário, o setor de moda é o mais bem sucedido nas compras online, ocupando 13,7% de todo o e-commerce do país.
 
Em meio ao sucesso que o e-commerce está fazendo no Brasil, o empresário Rafael Medeiros teve uma visão à frente do seu tempo. Com a empresa Trendy Club, ele teve a capacidade de repensar o tradicional comércio de Petrópolis, no Rio de Janeiro, que conta com mais de 800 empresas têxteis na Rua Teresa, ponto muito conhecido da cidade.
 
Makinson Agostini, coordenador de tecnologia do projeto, combinou a praticidade do e-commerce com a tradição de roupas de qualidade dos comércios da Rua Teresa, para criar um site em que, com um cadastro único, é possível realizar compras de diferentes lojas. Segundo ele, a iniciativa funciona porque, dessa maneira, o consumidor pode pedir roupas de lojas diferentes e finalizar uma única compra por meio de apenas um cadastro. Agostini garante que a iniciativa traz benefícios tanto para o consumidor, quando para os comerciantes.
 
Dessa forma, a tecnologia aliou-se à tradição das lojas da Rua Teresa para entregar, ao cliente, produtos de qualidade com praticidade e segurança.
12 Fev
Comércio eletrônico para pequenas empresas

Comércio eletrônico para pequenas empresas

Escrito por
Publicado em Blog

O Brasil vive um momento surpreendente: quatro em cada dez adultos sonham em ter seu próprio negócio. Este dado foi constatado pelo Estudo do Global Entrepreneurship Monitor (GEM) 2012, que aponta a existência de 36 milhões de empreendedores no país.

Mesmo considerando que apenas pouco mais de 8 milhões formalizaram seus negócios, as pequenas empresas são a grande base de sustentação da nação. Constituem 99% dos empreendimentos e respondem por 52% dos empregos e 25% do PIB. Entretanto, são pouco inovadoras em toda a América Latina, inclusive no Brasil.

Estudo realizado há mais de dez anos pela Booz & Company mostra três estratégias básicas de inovação que podem ser adotadas pelas empresas.

Uma delas é a Need Seekers, caracterizada pela busca permanente da antecipação das necessidades dos clientes. Apple, 3M e Facebook são bons exemplos de adoção dessa estratégia.

Market Readers, por sua vez, são as empresas que buscam aperfeiçoar e trazer melhorias aos produtos e serviços existentes, aproveitando as tendências de mercado. No Brasil, a companhia aérea Azul representa bem essa categoria, e é considerada uma das empresas mais inovadoras do mundo. A empresa introduziu um novo modelo de serviços de bordo, que inclui até mesmo dezenas de canais de tevê ao vivo durante os voos.

Por fim, Technology Drivers, é o perfil típico das empresas que usam de forma intensa a tecnologia para melhorar e transformar seus produtos ou serviços, casos de Google e Amazon.

comércio eletrônico pode (e deve) ser utilizado como base de inovação para aspequenas empresas, não somente pelas gigantescas oportunidades que existem em torno desse mercado, inclusive pelas três principais estratégias de inovação.

Um balanço do primeiro semestre de 2013, elaborado pelo e-Bit, aponta o faturamento de quase R$ 13 bilhões, representando um crescimento nominal de 24% em relação ao mesmo período de 2012. A expectativa é fechar o ano com R$ 28 bilhões de faturamento.

Entretanto, o principal ponto a se compreender sobre o e-commerce é que o modelo de negócios, as estratégias e a gestão são pontos mais relevantes que a própria tecnologia utilizada para realizar as vendas no mundo digital. Vejamos:

Modelo de vendas por assinatura. Muitos ainda pensam que essa estratégia só é utilizada para venda de conteúdos ou serviços, como o Netflix, que fornece tevê pela Internet a 33 milhões de usuários. Entretanto, o varejo on-line já comercializa uma série de produtos nessa modalidade: alimentos orgânicos, produtos regionais, vinhos e até mesmo cuecas e meias.

Mas quem nunca ficou em dúvida sobre qual produto comprar, dentre as dezenas ofertadas on-line? Muitas vezes são tantas as opções que desistimos da compra. Já pensou se uma modelo famosa te ajudasse na compra do sapato ideal para determinada ocasião? Para adotar essa estratégia, tecnicamente conceituada como Curadoria, em sua loja virtual não é preciso contratar necessariamente uma celebridade. O importante é que o curador tenha autoridade e identificação com o público.

Já Crowdsourcing é o modelo segundo o qual os produtos são elaborados com ajuda da inteligência coletiva do público. Um bom exemplo dessa prática é uma empresa especializada em venda de camisetas, que através de concursos com prêmios em dinheiro, utiliza seus próprios clientes para a criação de suas estampas.

Como estratégia de inovação, algumas lojas on-line estão atuando em mercados de nicho, como a venda de roupas e sapatos em tamanhos maiores que o usual, produtos regionais ou voltados para determinados grupos culturais ou sociais.

A oferta de produtos exclusivos também vem dando resultados. Assim, os clientes saberão que somente a sua loja é fornecedora daqueles produtos.

A venda de itens personalizados pelos próprios clientes é outra forma de aplicação inovadora do comércio eletrônico. Detalhes nas roupas, acessórios e estampas enviados pelo próprio consumidor tornam sua peça única.

Enfim, inovar é inventar algo que possa ser utilizado pelos seus clientes de forma que eles percebam o quanto sua empresa é diferente das demais. O comércio eletrônico, graças à sua flexibilidade e interação com o consumidor, pode ser o principal agente de desenvolvimento da inovação para as pequenas empresas. Mas, o mais importante é que o empreendedor tenha em si a cultura da excelência e da diferenciação. Do contrário, ele será apenas mais uma “lojinha na Internet”.

+55 11 4063.8801 •   contato @ bluebit.com.br